CÂMARA REALIZA 1ª SESSÃO ORDINÁRIA DE 2020

por Emerson Amorim publicado 04/02/2020 13h46, última modificação 04/02/2020 13h46
Após a leitura da ata da sessão anterior e da expedição e recepção dos ofícios, o presidente da Casa, advogado Sérgio Bouez (PSB), colocou os requerimentos dos vereadores como assuntos para discussão e votação. Ao todo, 09 petições foram levadas para apreciação dos edis.

A Câmara Municipal de Guajará-Mirim realizou na noite de segunda-feira (23), a primeira Sessão Ordinária do ano de 2020. O evento ocorreu na sala de reuniões especiais do Legislativo em razão do Plenário encontrar-se em reformas.

Após a leitura da ata da sessão anterior e da expedição e recepção dos ofícios, o presidente da Casa, advogado Sérgio Bouez (PSB), colocou os requerimentos dos vereadores como assuntos para discussão e votação. Ao todo, 09 petições foram levadas para apreciação dos edis.

Os vereadores Augustinho Figueiredo (PDT), Arão Wao Hara (PTB), Gilmar Oronão (MDB), Isaac Lucas (DEM), Adão Laia (PCdoB) e Mário César (MDB), fizeram uso da palavra no pequeno expediente.

Muitos reclames e denúncias vieram à tona nesta primeira sessão. Arão Wao Hara falou de sua batalha em prol da classe indígena e reclamou que no decorrer do mandato da administração atual, nada de bom ocorreu para as comunidades silvícolas. Relembrou que 2020 é ano político e que estas pessoas vão começar a procurar os povos das florestas e classe indígena com o objetivo de angariar votos. Arão surpreendeu a todos ao afirmar que não pretende mais disputar cargo político e não vai concorrer na eleição municipal deste ano.

Exaltado, o vereador Mário Cesar, acabou rasgando o verbo ao tomar posição contrária á construção de uma parede no porto que era usado pelos ribeirinhos para carga e descarga de produtos de suas criações e plantações.

O vereador Isaac Lucas deu suporte ao discurso de seu colega de tribuna e realçou dizendo que hoje mais de oitenta famílias estão ao Deus-dará. Endossou mais ainda ao afirmar que a construção da muralha impede o direito de ir vir dos cidadãos do qual se refere a Constituição Federal. Disse que na placa da Construção existem vários brasões oficiais de instituições, dentre os quais, o da Prefeitura e outros órgãos. De acordo com o vereador, apenas a Prefeitura autorizou a construção, enquanto outros órgãos lavaram as mãos para a construção do monstrengo de tijolo e cimento.

Ao final da reunião, o presidente Sérgio Bouez agradeceu aos presentes e aos internautas que hoje acompanham o trabalho dos vereadores através da tecnologia digital via Facebook e do Portal Transparência da Câmara, falou da reforma que está havendo nas partes interna e externa da instituição visando melhor atender a todos os cidadãos que procuram o Poder Legislativo e concluiu dizendo que a Câmara vai continuar o seu trabalho na defesa dos direitos da população.

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